Ora, apesar de andar completamente desaparecida, achei por bem no intervalo do corre-corre, das birras do "piqueno", do trabalho em casa e fora dela, dar cá um salto para devidamente agradecer à nossa amiga Sónia da Veiga a sua preciosa contribuição com mais duas maravilhosas pessoas para tomarem conta da minha/nossa cozinha na minha ausência: O Manuel e a Mariana! Não pensem que não vos tenho acompanhado, não vos tenho lido com carinho por demonstrarem a genica e garra que me anda a faltar nos últimos tempos. Perdoem a minha falta de presença, mas não me levem a mal e, tal como já disse, sintam-se em casa!
Tenho sofrido uma revolução, nos últimos tempos, com tudo de bom e de menos bom que essas alterações possam trazer. Resolvi nestes tempos conturbados "ser livre". Conceito este que aos poucos vou notando que várias colegas na minha condição estão a ter. O preço a pagarmos pelo privilégio de ter alguém que nos empregue é sermos completamente absorvidas pelos outros de forma a que deixamos de ter vida própria, deixamos de ter direito a sermos verdadeiramente mães, não sabemos se vamos estar disponíveis para nós, para os nossos filhos... deixamos de ter marido (não querendo isto dizer literalmente), deixamos de ter casa, pois "mudamo-nos" para o nosso local de trabalho e para cereja no topo do bolo, muitas vezes não somos levados a sério, não temos direito a ser monetáriamente compensados pelo nosso esforço, pelo nosso tempo... Sempre há algo mais que poderíamos ter feito, mesmo sendo contra os nossos princípios e as nossas opiniões! É assim que está a vida.
Daí que dei o grito final e resolvi andar pelos meus próprio passos, acertando e errando e esperando evoluir. Muitos sabem o difícil que é iniciar uma actividade própria e então nos tempos que correm!
São muitas as preocupações... há dias de felicidade, há dias de angústia e incerteza (muita incerteza), mas tento lembrar-me todos os dias o ser grata.... por mais um dia; por poder finalmente ir buscar o meu filho à escola e receber o seu abraço; por poder decidir pela minha consciência e não estar a agir de forma a agradar apenas aos outros...
É de menos um salário em casa, não sei por quanto tempo. O cinto apertou mais ainda do que já estava. Há sempre surpresas, gastos extra por algo que aconteceu... Há novas reformulações de poupar, de cortes nas depesas ( e como) mas naõ quero baixar os braços. O ânimo não tem sido muito para escrever, mas quero voltar, quero reerguer-me, quero encontrar novas formas de me expandir, como profissional, como mãe, mulher, como pessoa. Tenho planos, tenho sonhos, como toda a gente. Algo de tão grandioso como ser feliz e de que nunca nos falte o essencial!
Qualquer coisa, ando por aqui!
Sejam felizes!
A Cozinha, o núcleo da casa! Mas quem disse que as outras divisões não interessam?
quarta-feira, 13 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Obrigada Amigos! :-)
Ora, enquanto uma trata do seu novo negócio e a outra anda a dar entrevistas para o jornal e na TV sobre as Mães de Transição, a casa, nomeadamente a cozinha, vai sendo mantida em funcionamento pelo Manuel e pela Mariana.
Obrigada amigos, pelas vossas constribuições (apesar de também andarem ocupados com os vossos projectos!) e pela vossa compreensão! :-)
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| Imagem retirada daqui |
Obrigada amigos, pelas vossas constribuições (apesar de também andarem ocupados com os vossos projectos!) e pela vossa compreensão! :-)
A Equipa aumentou ainda mais! :-)
E como toda a cozinha que é cozinha está sempre cheia de gente, de
conversa e de calor humano, eis que a equipa tem um novo membro: a Mariana.
E ela até já contribuiu com queques de aveia ainda antes de ser devidamente acolhida! ;-)
Sê muito bem-vinda! :-)
E ela até já contribuiu com queques de aveia ainda antes de ser devidamente acolhida! ;-)
Sê muito bem-vinda! :-)
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| Imagem retirada daqui |
terça-feira, 5 de março de 2013
“Queques de Aveia”
NOTA: Esta receita é do programa
“Em forma na cozinha”. Fiz algumas alterações: elas juntam passas no fim (eu
não gosto) e fazem bolachas em vez de queques (como dá muita massa, para fazer
bolachas eu precisava de mais tabuleiros, porque as bolachas crescem para os
lados e por isso é preciso dar algum espaço entre elas; mesmo assim, preciso de
2 tabuleiros para levar os queques ao forno). Disseram no programa, que como
tem aveia, mantém a pessoa saciada durante mais tempo – é por isso um excelente
snack para meio da manhã ou para o pequeno-almoço.
Ingredientes:
- 125g de margarina
- ¾ chávena de açúcar branco
- ¾ chávena de açúcar amarelo
- ¼ chávena de puré de maçã (no
programa elas usaram puré comprado mas eu faço rapidamente em casa – para esta
receita, basta 1 maçã pequena, descasco e ponho ao lume com água aquecida na
chaleira eléctrica para ser mais rápido, no fim, esmago com um garfo e está
feito – demora 5 min, 10 min no máximo)
- 2 chávenas de farinha
- 1c chá fermento
- canela q.b. (eu ponho uma dose
generosa, porque gosto bastante do sabor da canela)
- 1 ovo
- 1c café essência de baunilha
- ¼ chávena de leite
- 6c sopa de aveia
- 2/3 chávena de passas (para
quem gostar)
Preparação:
Liga o forno a 180ºC.
Junta a margarina com os açúcares
e o puré de maçã e bate com a batedeira durante 2 a 3 min, até ficr um
cremezinho apetitoso e bonito.
Junta a farinha, o fermento e a
canela – bate mais um pouco.
Junta o ovo (gema e clara), a
baunilha e o leite – bate mais um pouco.
Envolve a aveia (e as passas, se
quiseres) delicadamente.
Enche até meio formas de queques
(não são das mais pequeninas, usa das maiores para os queques ficarem grandes e
bonitos – no programa fizeram bolachas enormes). Vai ao forno, a 180ºC durante
17 a 20 min.
Eu polvilho com canela quando
saem do forno.
Et voilá! Delicia-te.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Esparguete com Gambas e Espinafres
Este é um dos meus pratos favoritos.
É muito simples mas resulta mesmo.
Vou deixar a receita sem indicar quantidades, pois dependem
dos gostos, do apetite e do número de pessoas que se vão sentar à mesa.
Convêm acompanhar com um bom vinho.
Eu, pessoalmente, gosto de uma garrafa “Quinta da Aveleda”
bem gelado.
*Gambas
*Espinafres congelados
*Esparguete
*Cebola, alho, sal e piripiri
Cozer as gambas e reservar a água da cozedura que se deve
passar pelo coador.
Entretanto deixe arrefecer as gambas juntando cubos de gelo
para as manter rijas.
Num tacho fazer um refogado com cebola picada, alhos, louro,
sal e piripiri a gosto.
Quando a cebola estiver transparente adicionar os
espinafres. Dar umas voltas e de seguida juntar a água onde cozeram as gambas.
Deixar levantar fervura, adicionar a esparguete.
Quando estiver quase
cozido juntar as gambas já descascadas e sem cabeças.
Agora é só rectificar os temperos e saltar para a mesa antes
que arrefeça.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
SOPA DE TOMATE À MODA DO ALENTEJO
Boa
para estes dias frios.
É
fácil de confeccionar e resulta bem.
Eu sou
um adepto deste prato.
Uma
sugestão. Quem gostar pode, no final da fervura,
cozer um
queijo fresco para acompanhar os ovos.
É diferente e vai muito bem!
Leva:
1 Kg de
tomates maduros;
De 2 a 3
cebolas médias;
DE 4 a 6
dentes de alho
2 Folhas
de louro;
1 Ramo de
orégãos;
1 Pimento
verde;
Poejos
(facultativo);
Bacalhau
ou ovos e
Sal (a gosto sem abusar)
Pão duro
Como se
faz:
Pica-se o
alho e cortam-se as cebolas às rodelas.
Cortar, também, o
pimento às tiras.
Levar ao lume a refogar em bom azeite.
Quando as
cebolas começarem a estar transparentes, junta-se o tomate cortado em pequenos
pedaços, o louro, os orégãos e os poejos (facultativo).
Tempera-se
de sal a gosto.
Deixa-se
refogar e junta-se água suficiente.
Quando começar a levantar fervura, escalfasse
o ovo (quem quiser e gostar pode juntar bacalhau).
Quando
estiver cozido rectifica-se o sal.
Colocam-se
as fatias do pão numa travessa e deita-se o caldo por cima
Vai à
mesa com os ovos, ou o bacalhau, servidos à parte
Só resta desejar bom apetite!
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Bananas gulosas
Vou fazer a minha estreia, com
uma receita simples mas muito gostosa.
Aprendi, há alguns anos, com uma
tia para quem a cozinha era uma arte.
Eu gostei e espero que, também,
gostem!
Aqui fica a sugestão:
4 Bananas
médias e pouco maduras
30 Gr.,
de manteiga
1
Laranja
1
Cálice bom Rum
100
Gr., de sultanas
1
Cravinho
Açúcar
a gosto.
Descascar
4 bananas médias e não muito maduras e cortá-las ao meio longitudinalmente.
Num
pirex (que possa ir ao lume) derreter a manteiga e dourar as bananas, dos dois
lados, durante uns minutos.
Quando
estiverem douradas acrescentar o açúcar, o sumo da laranja, o cálice de rum, o
cravinho e as sultanas (lavadas e enxutas).
Deixar
ferver um pouco e pegar fogo com um fósforo.
Retirar
o cravinho e servir bem quentes.
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